Repara na próxima vez que você estiver numa fila ou no ônibus: quase todo celular é igual. Mesmo modelo, mesma capinha transparente, mesma cor. Na mesa do trabalho, dá até para pegar o de outra pessoa sem perceber.
Com o chaveiro é parecido. Muitas vezes é aquele que veio de brinde, ou um que a gente comprou correndo e nunca mais olhou direito. São coisas que passam o dia inteiro com a gente e não dizem nada sobre quem a gente é.
Cada charm que eu faço é a minha resposta para isso. Eu queria algo pequeno, que desse para pendurar no celular ou na chave e que tivesse personalidade, não cara de prateleira.
Tudo começa pela escolha das cores. Separo as contas, testo combinações e, se o resultado não me convence, desmonto e começo de novo. É um trabalho sem pressa, conta por conta, até a peça ficar do jeito que eu imaginei.
Como tudo é feito à mão, nenhuma peça sai idêntica a outra. Sempre muda um detalhezinho, e eu gosto disso: é o que faz o seu charm ser só seu.
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Army Bomb -
Estrelas no frasco
Imagina tirar o celular da bolsa e ele já ter a sua cara. Achar a chave de casa no fundo da mochila porque o charm aparece primeiro. Ou alguém perguntar “onde você comprou?” e você ter uma resposta bem melhor do que “numa loja qualquer”.
É nisso que eu penso enquanto trabalho em cada charm: nele indo para o seu celular, para a sua chave, para o seu dia. Quero que você bata o olho e sinta que ele foi feito para você.
Eu acredito de verdade que uma coisa pequena, feita com cuidado, muda o jeito como a gente se sente com o que carrega todo dia.
Que bom que você leu até aqui. Falta pouco para você conhecer as peças de perto.
Um abraço,
de quem vai fazer o seu charm